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A OCDE reviu em alta as suas anteriores previsões económicas para 2000. As previsões apontam para que o desemprego caia nos dois próximos anos.

Menos dois milhões de desempregados nos cerca de trinta milhões existentes nos 29 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) é quanto as perspectivas económicas adiantam para os próximos dois anos. Na zona euro, a taxa de desemprego deverá baixar de 10,1 por cento para 8,5 por cento, sendo referido que "as perspectivas de emprego no curto prazo são as mais encorajadoras desde os anos 80".
"nas previsões realizadas no Outono, referia-se que o crescimento da economia no total da zona da OCDE seria de 2,9% em 2000 e de 2,6% em 2001, revendo-se, agora, esses números para 4% e 3,1%, respectivamente.

Para Portugal, a OCDE também reviu em alta as suas previsões para o ano 2000. Assim, prevê-se um crescimento real da economia portuguesa de 3,6%, quando no Outono se ficava pelos 3,4%. Acrescenta-se que "a economia portuguesa entrou no seu sétimo ano de crescimento, com todas as componentes da procura global em forte expansão". Apesar de optimista, a OCDE alerta para o risco de as metas orçamentais puderem ficar por cumprir, se não forem atacadas "as causas estruturais" da evolução da despesa pública, já que é previsível uma subida das taxas de juro e uma diminuição progressiva dos benefícios do combate à fraude fiscal. Para concluir, alerta-se para "a subida dos preços internos dos produtos petrolíferos e uma intensificação das pressões dos salários que implicarão uma subida da inflação", chamando a tenção para a possibilidade de a inflação chegar aos 2,5%.

 

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