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Noticia retirada da edição numero 682 de 30 de março de 2006 da Revista Visão online

Maternidades, escolas, juntas de freguesia, urgências e esquadras de polícia… Há uma parte de Portugal que, definitivamente, encerra. Porquê?

Campeões do despovoamento
Entre 1993 e 2003, a população de Portugal Continental aumentou 5,18%. Mas o declínio demográfico do interior acentuou-se. Foram, sobretudo, os pequenos concelhos a perder população. No top 20 de desertificação, Lisboa e Porto (cujos exorbitantes preços do imobiliário expulsam os jovens para a periferia) são os únicos municípios com mais de 15 mil habitantes.

Os 20 Municípios com maiores perdas de população

outros Números Interessantes


Fecho das Esquadras
Existem 141 freguesias que partilham postos da PSP e GNR. O Governo diz ainda não ter decidido quais vão encerrar. O critério deverá ser Voltar Atrás as esquadras em 21 localidades com menos de 15 mil habitantes e onde exista um dispositivo da GNR.

Corte nas esquadras


Fecho das Urgências Nocturnas nos Centros de Saúde e de Blocos de Parto
As urgências em 60 dos 265 centros de saúde com serviço de atendimento permanente, também têm o fim à vista. A média de três atendimentos entre as 24 horas e as 8 horas não justificam, segundo o ministério, os 1 250 euros que cada um custa para os manter abertos durante a noite.

Vão nascer longe!

Freguesias na mira
As freguesias a serem extintas terão menos de 1 000 eleitores e estarão situadas em concelhos com mais de 50 mil habitantes. Em 14 distritos e uma Região Autónoma do País, há 344 nessa situação. Das quais quase dois terços nos distritos de Braga e Porto. Poderão também desaparecer aquelas cuja circunscrição corresponda à do município: Alpiarça, Barrancos, São Brás de Alportel e São João da Madeira.

Com poucos fregueses