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Expresso

 

Na China, na África do Sul ou na Namíbia e, pasme-se, aqui mesmo ao lado, em Espanha, o português está em expansão. Ao ponto de Carlos Reis, filólogo, afirmar que, se tivesse de fazer sugestões sobre onde criar uma escola portuguesa de excelência, apontaria Madrid como uma "séria candidata". Só depois Paris e São Paulo.

Em Espanha, em 20 anos, passou-se de 100 alunos para mais de 10 mil. Desses, 72% são espanhóis. "Há um refrescamento da imagem de Portugal. Figo tem alguma coisa a ver com isso", diz o professor. Os dados constam de um estudo sobre a internacionalização da língua portuguesa, coordenado por este professor de Coimbra e reitor da Universidade Aberta.
 

 

 

 


Os números do português, na verdade, já impressionam: 244 milhões em todo o mundo, entre os habitantes dos oito países que têm este idioma como língua oficial, mais os membros da diáspora. O Brasil conta com a percentagem esmagadora, mas em África já é a terceira língua mais falada.

Aqui, quem conta é Angola e Moçambique e a sua cada vez maior influência na parte sul do continente: 35 milhões têm hoje o português como língua de referência e, dentro de 20 anos, deverão ser 55.

Quanto à China, o português já se tornou indispensável - para fazer negócios em África, claro:
China, Brasil bate Portugal.

 

China

Ensino do Português na China

É um interesse recente, o dos chineses pelo português, mas é consistente e, como tudo naquele país, pauta-se pelos milhões. Serão milhões os que aprendem e muitos mais os milhões de dólares que ganham. Objectivos, os chineses querem falar português para fazer negócios em África: é o chamado português instrumental.

Portugal, diz Carlos Reis, não tem capacidade de resposta. Por isso, o ensino do português é feito sobretudo pelos brasileiros. "O que é extraordinário - diz - quando há em Portugal centenas de professores no desemprego"

7.º

é o lugar que o português ocupa na Internet, depois do inglês, chinês, espanhol, japonês, francês e alemão.
A referência é de Novembro de 2007.

 

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