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Índice | II. Experiência aleatória | IV. Modelos de Probabilidade discretos e contínuos

III. Probabilidade

Parte 6 de 47

2. Interpretação frequencista de probabilidade

Se em muitos lançamentos de uma moeda a frequência de caras observadas se aproxima de 1/2, então dizemos que a probabilidade da saída de cara num próximo lançamento será de 1/2.

Define-se  probabilidade - definição frequencista -  de  um acontecimento  A e representa-se por  P(A), como sendo o valor obtido para a frequência relativa com que se observou A, num grande número de realizações da experiência aleatória.

O conceito frequencista de probabilidade, em que interpretamos a probabilidade de um acontecimento da forma anteriormente considerada, não nos permite obter valores exactos para a probabilidade. No caso da moeda, poderíamos continuar a lançar indefinidamente a moeda, que nunca obteríamos o valor exacto para a probabilidade da saída de cara.

Podemos, no entanto, idealizar o seguinte modelo probabilístico, para a experiência aleatória que consiste em lançar uma moeda e observar a face que fica voltada para cima:

Face
Cara
Coroa
Probabilidade
1/2
1/2

Sugere-se este modelo na presunção de que seria este o comportamento da frequência relativa dos acontecimentos elementares associados à realização do fenómeno aleatório em estudo.